Postado por
Carolina
às
06:28
Minha garganta estranhaQuando não te vejoMe vem um desejoDoido de gritarMinha garganta arranhaA tinta e os azulejosDo teu quarto, da cozinhaDa sala de estarVenho madrugadaPerturbar teu sonoComo um cão sem donoMe ponho a ladrarAtravesso o travesseiroTe reviro pelo avessoTua cabeça enlouqueçoFaço ela rodarSei que não sou santaÀs vezes vou na cara duraÀs vezes ajo com canduraPra te conquistarMas não sou beataMe criei na ruaE não mudo minha posturaSó pra te agradarVim parar nessa cidadePor força da circunstânciaSou assim desde criançaMe criei meio sem larAprendi a me virar sozinhaE se eu tô te dando linhaÉ pra depois te... Han!Aprendi a me virar sozinhaE se eu tô te dando linhaÉ COMER VOCÊ!Minha garganta estranha...Aprendi a me virar sozinhaE se eu tô te dando linhaÉ pra depois te abandonarEh!Aprendi a me virar sozinhaE se eu tô te dando linhaÉ pra depois te abandonar...( Minha ilustre xará, Ana Carolina)
Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário